Sucesso na profissão

A rede DeRose é considerada a maior rede de escolas de Yôga técnico do mundo, e vem conquistando cada vez mais adeptos no mundo inteiro. O Método DeRose se destaca muito nesse meio por conta de seu trabalho sério conquistado ao longo de quase meio século de aprimoramento.

Todos os instrutores deste método são formados pela Primeira Universidade de Yôga do Brasil ou pela Universidade Internacional de Yôga. Além disso todos os anos revalidam seu certificado através da prova na Federação de Yôga do estado juntamente com os cursos de extensão universitária que ocorrem nas melhores faculdades estaduais, federais, católicas e particulares conveniadas do Brasil e diversos outros países no mundo todo. Os instrutores de unidades credenciadas do Método DeRose participam ainda todo ano de dois eventos com foco na melhoria da nossa forma de trabalho e da expansão da Nossa Cultura: Insights e Matando um Leão por dia.

Mestre DeRose dando palestra no Insights 2009 No final de semana passado dia 24, 25 e 26 de outubro foi realizado a oitava edição do Insights, pela primeira vez em São Paulo. O evento reuniu 190 instrutores do Método DeRose vindos de Portugal, Argentina, Chile e de todas as partes do Brasil. Durante três dias esses profissionais participaram de diversas palestras, bate-papos, dinâmicas em grupo, práticas e festas que enriqueceram e aprimoraram muito o trabalho desses instrutores.

É por isso que nós, professores do Método DeRose, conquistamos o sucesso na profissão cada vez mais cedo. São muitos os estímulos, eventos, e auxílio de profissionais que nos direcionam para este sucesso. Além disso, essa é uma profissão extremamente dinâmica que exige nosso constante aprimoramento pessoal e quebra de paradigmas, tudo em prol de um trabalho muito maior: transformar este um mundo melhor para se viver!

Por: Renata Junqueira

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Boas escolhas

Fazer boas escolhas nem sempre é fácil. Aliás, não é nada fácil! Justamente porque algumas escolhas que fazemos não são as melhores, o que resulta numa série de consequências, as vezes nem tão agradáveis, e por certo, desastrosas.

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No entanto a natureza é implacável, escolhas são nescessárias, não há saída. Quem não escolhe já tomou o seu partido: não escolher! Então, já que as escolhas fazem parte do nosso cotidiano, procuremos fazê-las da melhor forma possível para que ocorram de acordo com os nossos princípios, dentro da ética e de preferência, que não prejudiquem ninguém.

Não quero aqui determinar qual escolha é a mais certa. A nossa liberdade de escolha é o nosso bem mais precioso. Sendo assim, elas devem ser definidas pelo bom senso e nível de lucidez de cada um.

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Fato é que, a medida que vamos  ampliando a nossa consciência temos uma percepção maior daquilo que pretendemos e  de onde queremos chegar.

Com uma visão mais expandida podemos escolher uma forma de relacionamento mais harmoniosa com a nossa família, nosso par afetivo, nossos amigos, desamigos, colegas de trabalho e vizinhos; podemos escolher uma profissão mais gratificante e que nos realize em todos os aspectos; podemos optar por uma alimentação mais adequada à nossa proposta de vida e ao nível de saúde que queremos atingir; podemos adotar uma forma de exercitar o nosso corpo com técnicas mais inteligentes e dinâmicas, podemos cultivar hábitos de vida mais benéficos, melhorando a auto-estima e produtividade.

E como conseguimos projetar nosso nível de lucidez e consciência para esse patamar acima da média? Através de uma metodologia completa e extremamente eficiente que está acessível a todos aqueles que já buscam um estilo de vida mais saudável.

Viver assim já é possivel. É tudo uma questão de escolha!

Julio Simões é instrutor do Método DeROSE, ministra práticas para para grupos e personal trainer.

Fonte: http://yogajuliosimoes.com.br/2009/11/12/boas-escolhas/

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Que Zen que nada!

Por Renata Junqueira

Eu nunca entendi por que toda vez que eu dizia ser instrutora de Yôga as pessoas me olhavam, faziam uma cara estranha, uniam as palmas das mãos e diziam – Ahh, por isso que você é meio zeeeen!
Zen, eu? Até parava para pensar alguns instantes tentando achar alguma semelhança. Mas sinceramente, nunca encontrei.

Mas então porque zen?

Maldita praga do paradigma ambulante e da desinformacionite aguda. Os ocidentais tendem a achar que tudo o que vem do oriente é a mesma coisa. Taichi, mocha, dô in, ayurvêda, zen, Yôga, Budismo, Hinduísmo…tudo oriental. Pode-se misturar tudo, bater no liquidificador, colocar para assar e isso vai resultar em uma única palavra: ZEN. Só se for ZeNoção do que você está falando.

Desculpe acabar com sua ilusão, mas o oriente não é um lugar só e muito menos tem uma cultura homogênea. Estão inclusos no oriente; a China, o Japão, a Índia, os Emirados Árabes, a Rússia, a Turquia etc. Cada qual com seu povo, sua cultura, sua religião, seu costume e sua língua.

Zen é uma variedade do Budismo japonês e se originou não tem nem 3.000 anos. Yôga faz parte do Hinduísmo e tem sua origem há mais de 5.000 anos. Além disso, o Budismo é considerado uma heresia do Hinduísmo, isto é, a doutrina budista contesta o Hinduísmo. Resumindo, eles no mínimo discordam um do outro.

O que será que eles tem em comum então? A proposta? Não. A filosofia? Não. A origem? Não. A prática? Não. A cultura? Não Pelo menos a finalidade eles tem em comum não é mesmo? Não.

Praticando o Método DeROSE

Pois é, nada em comum mesmo. Mas agora você já sabe. Yôga é Yôga, Zen é Zen. Ambos são diferentes entre si como física e educação física.

Nada contra o zen e o Budismo, mas…o que eu que faço Yôga tenho a ver com isso?

Não é sua culpa fazer essa confusão. Nossa sociedade moderna se apropriou do nome Yôga e foi adaptando seu conteúdo original de acordo com as limitações da nossa cultura e transformando-o segundo as necessidades dos nossos tempos. Isso chegou ao extremo ponto de desassociar completamente o Yôga com suas raízes, como se chamássemos de balet uma luta marcial contemporânea para homens. Percebe o tamanho da deturpação? Com o Yôga é a mesma coisa.
Místico, terapêutico, relaxante, seita, ginástica, massagem, são apenas alguns atributos deturpados que se associam ao Yôga.

É por essas e outras que procuro tirar a palavra Yôga do meu vocabulário. Hoje quando me perguntam qual é a minha profissão digo que sou Instrutora do Método DeRose. Ai ninguém faz confusão, afinal quem conhece sabe, o Método DeRose é outra coisa.

Acesse o site da instrutora do Método DeROSE Renata Junqueira ArteDeBemViver.

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Instrutor do Método DeROSE: Lucas De Nardi – Filosofia de vida

Instrutor do Método DeROSE, Lucas De Nardi e seu cachorrinho

Olá querido amigo!

Há cerca de 12 anos conheci uma filosofia de vida que mudou completamente a minha vida. Não somente o rumo que as coisas iam, mas mudou também os meus valores, conceitos e a forma como aprendi a lidar comigo mesmo e com os que me cercam. O Método DeROSE atualmente é uma cultura completamente incorporada à minha vida e certamente sou uma pessoa mais feliz e lúcida por conta disso.

Durante estes mais de dez anos, a vida fez, invevitavelmente, com que eu me afastasse de algumas pessoas. Às vezes por distância, noutras por falta de tempo ou prioridade, mas jamais por falta de apreço ou carinho. O fato é que muito desconhecem até hoje o que faço e como vejo o mundo, e eu realmente não gostaria que fosse assim. Adoraria saber que você me conhece e entende meus pontos de vista, mesmo que não pense da mesma forma, mas sei que isso é um pouco utópico. De qualquer forma, encaminho-lhe neste post um link com uma entrevista feita em Portugal com o DeRose, onde ele explica de forma clara e direta sobre os conceitos daquilo que sigo e ensino com o objetivo de tornar o mundo um lugar melhor.

http://www.uni-yoga.org/entrevista_derose_tv.php


Espero que você goste e entenda mais sobre esta filosofia de vida.

Beijos,


Lucas De Nardi

Instrutor do Método DeRose

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A reação perante uma crítica


Admoestando um homem sei, pela sua reação, o que pensar dele.
Vejo de que metal foi feita a sua alma:
se golpear no bronze com uma luva não haverá nenhum som,
mas se o golpear com um martelo, soará.
Napoleão Bonaparte

Tudo o que um instrutor de SwáSthya Yôga realiza na sua atividade diária, tem uma consequência educativa. Quer seja por dar o exemplo, através da convivência, quer por exercer a profissão docente diretamente. Escrever, portanto, é uma das muitas ferramentas utilizadas para este fim.

Aqueles que decidem ingressar no mundo da escrita, devem aprender antes a lidar com as críticas. Principalmente os veteranos que, por vezes, ao possuirem mais experiência, podem cair no erro de acreditar que sabem de tudo, ou quase tudo. Fazer auto-estudo neste aspecto (swádhyáya) é um ponto principal para não se angustiar perante a primeira crítica (e estas existirão, aos montes).

Um dia, o Mestre DeRose entregou os originais do hoje conhecido livro Yôga, mitos e verdades a um instrutor assistente, que criticou um parágrafo dizendo que este era incomprensível. DeRose releu e considerou a crítica inoportuna. Mas pensou: “Se este instrutor não compreendeu, outros, com as mesmas limitações, tampouco compreenderão.” Por isso decidiu alterar o parágrafo.

Em uma outra ocasião, enquanto o livro Tratado de Yôga estava sendo escrito, uma instrutora leu o primeiro capítulo, intitulado O que é o Yôga, e foi bem direta ao manifestar a sua opinião, desaprovando-o quase com desprezo. DeRose deteve-se e pensou: “Se ela disse isso é porque está passando por problemas pessoais, mas, pelo sim pelo não, vou reescrever o capítulo.” Resultado: hoje é um dos melhores capítulos do livro.

Seja inteligente e aprenda com as críticas, tanto aquelas que foram feitas com intensão construtiva, como as que são evidentemente maliciosas, com tendência destrutiva. Ambas poderão tornar-se positivas ou negativas dependendo de como as assimilar.

Nunca se chateie com quem lhe fizer uma crítica à sua obra. Independentemente de qual era a intenção de quem a emitiu, para você podem resultar em pérolas ou pedras. Se as interpreta como pérolas de conhecimento, aproveite-as para treinar tapas (auto-superação). Mas se cair no erro egoista de ver pedras no seu caminho, estas funcionarão como obstáculos e você perderá uma oportunidade de melhorar a si mesmo e ao seu livro.


Anahí Flores
Tradução ao português: Sonia Monteiro.
Foto: Fernanda Neis.

http://www.livrepensardoyoga.com/2009/03/reacao-perante-uma-critica.html

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Evolução pessoal

Evolução, ah! A evolução… O universo está em constante evolução e, mesmo que não se queira, encontramo-nos todos envolvidos na grande teia da vida que se transforma a cada segundo. O propósito principal do nosso nascimento é o de promover essa evolução. A evolução do indivíduo, promove diretamente a evolução da espécie. Na Natureza, os indivíduos mais bem dotados desta capacidade evolutiva, são aqueles que sobrevivem com maior facilidade, e por consequência, perpetuam os seus genes.

Entretanto, mudar, crescer, transformar, evoluir não é tarefa fácil, especialmente, quando se trata de mudar a nós mesmos, os nossos pensamentos, os nossos condicionamentos, as nossas (re)ações. É necessário haver um comprometimento interior com a evolução pessoal. Não basta simplesmente querer. A evolução exige esforço, dedicação, ou melhor dizendo, exige disciplina e constância.

Nesse aspecto, as técnicas do Método DeROSE irão atuar interiormente para dissolver, aos poucos, antigos condicionamentos e substituí-los por outros mais sutis, mais nobres, mais produtivos e mais saudáveis. Assim, quando você é estimulado a permanecer mais tempo numa posição, está na verdade a aprender a auto-superar-se; quando passa a respirar melhor, aprende a dar mais amplitude à sua respiração e, consequentemente, adquire uma maior amplitude de visão nas situações que o envolvem. Quando descontrai, aprende a manter pensamentos produtivos na sua mente e, quando medita, descobre a verdadeira dimensão da consciência.

Então, a proposta é a evolução.

E falando da evolução do ser humano, a melhor ferramenta é o Yôga, que tem cinco mil anos de garantia. Venha conhcer o nosso método!



Alessandra Dorante
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Instrutor de SwáSthya Yôga – Uma das melhores profissões do mundo

Trecho do livro Yôga Mitos e Verdades, do Mestre DeRose (que leciona SwáSthya Yôga há quase 4 décadas).

“…A nossa é uma das melhores profissões do mundo. Primeiro, porque, sendo instrutor de Yôga, você não precisa ser empregado de ninguém, pode ser autónomo e profissional liberal, escolhe seu horário de trabalho, tipo de público com o qual quer trabalhar e determina até quanto deseja ganhar. Mas, evidentemente, não se deve escolher uma profissão só pelo seu potencial de remuneração. Devem-se pesar outros factores. Na nossa, trabalhamos com um público seleccionado, educado, jovem, bonito, inteligente e de elevado nível sócio-cultural. Trabalhamos parte do tempo com o corpo e parte com a cabeça. Há estímulos constantes à criatividade. Há liberdade de pensamento e de acção. Contamos com um elemento moral muito forte, que é o fato de você saber que está sendo imensamente útil às pessoas. Há a gratificação de sentirmos que aquelas pessoas que frequentaram as nossas aulas, serão para sempre nossas amigas e que não nos esquecerão jamais. A alegria de, após alguns anos de trabalho, podermos olhar para trás com satisfação e ver que não passamos pela vida em vão… Além do mais, o mercado de trabalho está saturado para a maioria das profissões, enquanto que na nossa está em franca ascensão.”

Equipe da Unidade Anália Franco - Instrutores: Fabrício Ferrari, Gisele Correa, Marcelo Filhou, Diretora: Patrícia Mezzomo, Intrutores: Cherrine Cardoso, Alan Hector e Priscila

Equipe da Unidade Anália Franco - Instrutores: Fabrício Ferrari, Gisele Correa, Marcelo Filhou, Diretora: Patrícia Mezzomo, Intrutores: Cherrine Cardoso, Alan Hector e Priscila

Somos uma equipe jovem, dinâmica, na qual integração, ação e empenho são palavras de ordem.

Faça parte deste trabalho inovador, promovendo a notoriedade e reconhecimento da Universidade de Yôga, mas com a responsabilidade de perpetuar uma herança ancestral. O manancial de força e sabedoria característicos do Yôga mais autêntico e mais antigo.

Se quiser saber mais sobre como tornar-se instrutor de SwáSthya Yôga, acesse www.yoga10.com.br , agende uma aula experimental gratuita em uma das Unidades do Método DeROSE próxima da sua casa e se informe sobre a formação profissional e boa sorte!

CURSO DE FORMAÇÃO DE INSTRUTORES DE YÔGA

O objetivo do Curso de Formação de Instrutores de Yôga, é resgatar o ensinamento correcto do Yôga, com toda a seriedade, bem como conferir, habilitação, preparação e aprimoramento técnico aos futuros instrutores, reciclar os conhecimentos dos já formados ou mesmo habilitar os que lecionam sem formação e sem qualquer preparação técnica, cultural ou moral.

O Curso de Formação de Instrutores de Yôga é constituído por três graus de instrutor de Yôga: Assistente, Docente e Mestre.

Cada grau tem a duração de quatro anos. Entretanto, como só se aprende um ofício pondo a mão na massa, os interessados começam a trabalhar já no final do primeiro ano, como estagiários remunerados numa das Unidades Credenciadas. Por isso, o tempo passa muito rapidamente e a maioria consegue chegar à conclusão do curso. Uma vez por ano o instrutor será avaliado até que complete a sua formação. A cada revalidação, recebe um selo comprovatório no seu Certificado de Instrutor, consoante o grau de formação em que se encontrar.

Fonte: http://www.yogaweb.com.pt/

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Quem pode lecionar?

Legalmente e moralmente só pode lecionar esta metodologia quem tiver feito um Curso de Formação de Instrutores e tenha sido aprovado pela Federação do seu Estado. A menos que seja um dos raros veteranos possuidores da Carteira de Instrutor, expedida na década de 60 pela extinta Secretaria de Educação do Estado da Guanabara. Mas desses, pelas nossas pesquisas, deve haver apenas um vivo e na ativa.
Hoje, o único certificado que tem validade perante a União Nacional de Yôga é o documento unificado expedido conjuntamente pela Universidade de Yôga (o termo Universidade é empregado no sentido lato e arcaico. Não temos curso de 3º grau.) em convênio com uma Universidade Federal, Estadual ou Católica.

Além da validade jurídica, esse certificado tem a vantagem de exigir um exame de revalidação que precisa ser prestado todos os anos. Isso preserva a atualização e a excelência técnica do instrutor.
Se o instrutor possuir esse tipo de certificado orgulhar-se á por havê-lo conquistado e o afixará em local bem visível no seu local de trabalho. Não havendo o certificado, não é instrutor formado, é “ensinante leigo”. Confiar a ele sua saúde, sua coluna, sua mente, seria equivalente a operar-se com um neurocirurgião que declare não ser necessário formar-se em medicina para exercer sua profissão.

Fonte: www.uni-yoga.org

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Só dá certo quem muito quer


Duas características são imprescindíveis para que se vença na vida em qualquer área. Se você deseja mesmo ser bom naquilo que quer é importante que desenvolva:

1. Persistência titânica.

2. Senso cri-crítico exacerbado.

A persistência mostra claramente seu valor quando observamos a maior parte das pessoas abandonando tudo o que começam. Em pouco tempo quase todos desistem do que se predispuseram a conquistar e como na estória da lebre e da tartaruga os persistentes vão chegando e acabam sendo vencedores. Podemos atribuir à continuidade cerca de 80% da importância para uma realização. Há casos em que a pessoa faz tudo errado, mas só pelo fato de persistir acaba por vencer. A perseverança mede o quanto verdadeiramente queremos tornar nossos sonhos realidade. O ponto fraco do obstinado é que ele normalmente tem dificuldade de mudar e se adaptar a uma nova realidade. Aquele que realmente quer acabará concretizando-o, pode demorar um tempo, mas acabará se tornando inevitavelmente realidade.

Infelizmente só querer não é suficiente e nossa história esta cheia de exemplos para mostrar isso. O segundo componente do sucesso será o timão que bem direcionado facilitará nossas realizações.

O senso crítico é o que produz a observação constante e que propicia a mudança para o rumo certeiro. Essa característica faz com que aprimoremos aquilo que estamos fazendo até o ponto da satisfação.

O discernimento constante não pode jamais gerar uma inconstância que atrapalhará a primeira e principal característica para se vencer que é a persistência. Ele nos dirá o momento que devemos mudar a direção das nossas ações. De nada adianta persistir para sempre em algo que jamais dará certo, o quando parar, será sempre afirmado pelo crítico que habita nossa consciência.

Tendo uma convicção inabalável do que você quer gerando com isso persistência e agregando senso crítico é impossível que você não vença. O seu lugar esta garantido, depende apenas de você e só dá certo quem muito quer.

Texto por Daniel De Nardi
www.assimfaloudenardi.com
*Daniel De Nardi é diretor do CESER e CJE na FIESP e membro do Conselho Administrativo da Uni-Yôga.

Este é um trecho da entrevista concedida por DeRose ao jornalista da RTP Antonio Mateus, que é também editor do blog Selva Urbana.

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O que você quer ser, agora que cresceu?

Desde a mais tenra idade, os mais velhos colocam na cabeça dos mais novos que eles devem querer seguir esta ou aquela carreira profissional. Com freqüência, o jovem deixa-se influenciar e acha que quer mesmo ser isto ou aquilo. Contudo, depois de adulto, bate o arrependimento. Afinal, o que ele queria era outra coisa. Mas agora, que fazer? Já se engajou numa faculdade ou mesmo concluiu sua formação e está trabalhando em uma empresa. Não será tarde demais para dar uma guinada e passar a fazer o que lhe der prazer?

É preciso considerar que o ofício que exercermos é, geralmente, pela vida toda, ocupando nossos dias inteiros, impondo-nos a convivência com as pessoas vinculadas àquele métier – sejam colegas de trabalho ou clientes – que talvez não constituam exatamente o que almejamos para nós. Nesse caso, a profissão passa a representar um suplício, especialmente ao percebermos que se converteu em uma prisão perpétua. Dali, só sairemos para um restinho de vida muito bem estereotipada com a imagem de um idoso trajando pijama e chinelos numa cadeira de balanço, esperando a morte.

Contudo, há uma solução. Agarre seu karma pelo pescoço e mude de vida. Se não sabe como, se lhe falta coragem, leia o livro e assista ao vídeo Karma e dharma – transforme a sua vida.

Exercício de mentalização:

Visualize que você tem fios (liames) ligados aos seus braços, pernas, tronco, cabeça e que a sociedade, o Sistema, manipula esses cordões fazendo com que você se movimente e aja de forma estereotipada na profissão, nas relações afetivas, nas reações e rompantes. Então, mentalize que você agarra pela empunhadura uma espada com lâmina laser cor violeta e gira a lâmina acima da sua cabeça e em torno do seu corpo, cortando todos esses cordéis. Veja-os cair e seus braços, pernas, tronco e cabeça passando a se movimentar livremente, de acordo com a sua vontade e não sendo manipulados por ninguém. Terminando, levante-se de cabeça erguida, peito para a frente e faça da sua vida aquilo que você quiser e bem entender.

Fonte: www.uni-yoga.org/blogdoderose

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